Sem Fru-Frus nem gaitinhas o mesmo será dizer que se lixe o «politicamente correcto»... Let the show go on!!!!

26
Abr 09

 

Hoje, (aliás ontem que foi dia 25 de Abril) pensei que tinha que escrever algo alusivo ao tema.
 
Assim andei a passear pela internet e a ler coisas de outros tempos. Quem não se lembra ou não ouviu falar da crónica feminina? Que era praticamente «A» revista feminina do antes do 25 de Abril, para além de outras que eram dedicadas exclusivamente ao papel da mulher como «fada-do-lar» .
 
 
Em Portugal, nos tempos do Dr. Salazar todos se esforçaram por manter a mulher no papel tradicional de mãe, dona-de-casa e acima de tudo a mulher que era totalmente e voluntariamente (???) submissa ao marido.
 
Escrevia Salazar nesses tempos pelo seu próprio punho… o lugar da mulher é no seu papel essencialmente familiar, como mãe, esposa, irmã ou filha de todos os que somos em Portugal”…dizia mais ”o trabalho da mulher fora do lar desagrega este, separa os membros da família, torna-os um pouco estranhos uns aos outros”…sendo que Salazar convictamente achava que a mulher deveria permanecer fora do universo laboral e porquê???... ” nunca houve nenhuma dona de casa que não tivesse imenso que fazer” (e MAI NADA!!!)… devendo pois confinar-se a sua presença e actividade aos espaços considerados “próprios”!!!!
 
Uma outra revista que teve um papel importante nessa altura foi a Menina e Moça, revista da mocidade portuguesa feminina, não posso deixar de passar para aqui alguns excertos interessantes:
 
” a mulher ocupada a sério com a sua casa não tem tempo, nem paciências para se entreter com a vida alheia” (MM, 1961, 157)
 
“vítimas (as americanas) de frustração mental” por viverem “torturadas pelo excesso de máquinas no lar”, mergulhadas em situações de “infelicidade doméstica”, que se ficariam sobretudo a dever a motivos como “a falta de conhecimentos de administração caseira, os casamentos demasiado precoces e a futilidade de espírito de muitas jovens” (MM, 1961, 165).
 
….“a não haver uma dona de casa”, perdendo-se “o contacto com a família”, convivendo-se dessa maneira “com muita gente mal formada, mal-educada, pervertida” e comprometendo-se “com uma vida fútil e superficial, (...) arrastada pelas tentações do luxo e das despesas, e pelas relações de acaso.” (MM, 1962, 176).
 
O engraçado é que a constituição de 1933 tinha estabelecido o princípio da igualdade entre cidadãos perante a Lei mas… Há sempre um mas e que obviamente dizia respeito à mulher, eram referenciadas diferenças resultantes da natureza da mulher e do bem estar da família, da sua importância como elemento unificador. Basicamente a mulher estava assim na segunda linha na família e também na sociedade.
 
No «Estado Novo» dentro da família os direitos eram exercidos pelo marido. A Lei Portuguesa da altura designava o marido como chefe de família, a mulher casada acabava por ter menos direitos que a mulher solteira que era considerada uma cidadã de plenos direitos, o que queria dizer que basicamente não tinha «homem» para os exercer na sua vez.
 
À mulher foi-lhe concedido o direito de voto a partir de 1931, sendo que já fortemente condicionado pela ditadura, poderia exercer esse direito desde que fosse diplomada ou tivesse terminado o secundário, ao homem era apenas exigido que soubesse ler e escrever. A mulher não podia exercer nenhum cargo político e não tinha os mesmos direitos na educação dos filhos, o pai tinha a sua função sobrevalorizada e a mãe subvalorizada pelo facto de que perante a lei apenas deveria ser «ouvida».
 
Quanto aos divórcios, ahhh sim havia muito menos que nos dias de hoje…basicamente o divórcio era proibido nos casamentos católicos, pelo que todas as crianças nascidas posteriormente ao primeiro casamento eram consideradas ilegítimas. Assim quando as mães pecadoras iam registar os seus bebés as alternativas eram escassas, ou era dado o nome à criança do primeiro marido ou teria que assumir o estatuto de «mãe incógnita», mas a criança nunca poderia ter o nome do marido actual.
 
Quanto às profissões as limitações também eram algumas, as mulheres não tinham acessos a profissões que eram designadas exclusivamente para os homens tal como :
 
- Magistraduta;
 
-Diplomacia;
 
-Politica,
 
Etc…
 
Há situações curiosas, que se não fossem a «verdade» do nosso passado tão próximo, hoje não deixariam de ser histórias fantásticas para animar jantares de famílias e até de amigos.
 
É de relembrar que por exemplo antes do 25 de Abril as mulheres casadas não podiam mexer nas suas propriedades, as enfermeiras não podiam casar e as professoras não podiam casar com qualquer pessoa, sendo que caso quisessem prevaricar e experimentar o «casório» tinham que para isso de pedir autorização, que depois de concedida saía publicado em Diário da Republica e mais, estava também escrito que uma professora nunca poderia casar com alguém que ganhasse menos que ela.
 
Uma mulher casada não podia por exemplo ir para o estrangeiro sem que tivesse uma autorização do marido e também sem autorização não poderia trabalhar! Básicamente o marido tinha poder perante a lei para chegar ao local de trabalho da mulher e dizer que não a autorizava a trabalhar e ela tinha que ser despedida.
 
Muito mais havia para acrescentar e estou ciente que os testemunhos das mulheres desses dias serão coisas quase inacreditáveis para as mulheres dos dias de hoje…
 
E agora eu vou ali colocar um cravo na lapela e já volto … :)
 
Uma boa semana da vossa @PrincesaVirtual
 
 

 

publicado por PrincesaVirtual às 23:03

20
Abr 09

Há uns tempos atrás escrevi um post sobre os homens e a estranha mania de nunca perguntarem onde fica a rua, avenida, praça xyptz, sem que tenham primeiro de perder uma ou duas horas (no mínimo!) a dar uma volta a todos os quarteirões e esgotar a paciência de quem vai no lugar do pendura (pelo menos a minha!).
 
Bom para evitar estes percalços. quando ando na estrada o GPS é o meu melhor amigo, que no entanto tem algumas limitações quando me deparo com ruas, rotundas ou cruzamentos desconhecidos e que não vêem ainda assinalados …ou eventualmente eu não tenho a morada correcta do local para onde pretendo ir.
 
Nessas alturas preparo o melhor sorriso e afino o melhor tom da minha voz, baixo o vidro e faço aquilo que acho ser o mais eficiente, após 5 minutos a dar voltinhas pelas redondezas, para chegar à conclusão que não faço a menor ideia onde estou. E que é basicamente isto:
 
- Pssssstttt…psssstttt olhe sffv pode-me ajudar???
 
Isto aconteceu à quinze dias atrás, tinha que levar a Rainha-Mãe ao doutor, mas o posto médico e a zona era-me desconhecida.
Nos meus cinco minutos de tentativas para tentar encontrar o local, dei por mim numa zona residencial, com poucas pessoas a circularem. Ora isto sim era um «vero» problema para mim!
 
Desfiz-me num sorriso quando vi um senhor de idade a 300 metros do meu carro e rapidamente desci o vidro:
 
 
- Pssssttt….psssssstttt olhe sffv pode-me ajudar???
 
Nada! O senhor continuou o seu caminho que era paralelo ao meu, mas não na direcção do meu. Claro que não desisti, não ia deixar fugir a única hipótese de chegar ao local X…e como tal afinei o tom da minha voz , um pouco mais alto e :
 
 
-Pssssttt….psssssstttt olhe sffv pode-me ajudar???
 
Nada! O senhor continou o seu caminho sem sequer esboçar um leve movimento na minha direcção e reacção aos meus pedidos de ajuda. Mas Princesa que é Princesa não desiste e muito menos me apetecia andar mais 5 minutos às voltas pelas redondezas, assim mais uma ligeira afinação no tom/som e:
 
-Pssssttt….psssssstttt olhe sffv pode-me ajudar???
 
Por fim para meu alívio, o senhor voltou-se na minha direcção, eu acenei-lhe e ele respondeu ao meu aceno virando ligeiramente a cabeça e fazendo-me um sinal rodando o dedo junto ao ouvido. Olhei para ele sem perceber e foi quando a rainha-mãe disse: «-O senhor é surdo»!
 
Pensei, ena fantástico com os milhares de habitantes que devem existir nesta localidade e redondezas a única pessoa que encontro para me dar indicações é surda!
 
Bom, de qualquer das formas o senhor aproximou-se do carro e espetou-me o ouvido na janela para que eu pudesse visualizar o aparelho de audição.
 
Lá fingi que aquilo era um microfone e debitei para o aparelho do senhor a minha aflição em não saber onde ficava o tal posto médico e que precisava de levar lá a Rainha-Mãe…blá blá…
 
Quando acabei, o senhor levantou a cabeça e pela sua expressão percebi que a mensagem estava entregue e que graças a deus o aparelho estava ligado.
 
Sendo que rapidamente, começou-me a dar as indicações:
 
- Olhe a menina vai  por ali, sempre em frente, vira à direita, depois à esquerda, depois vê uma casinha e vai em frente e vira à direita, depois à esquerda, desce, sobe, direita…
 
A partir da vigésima indicação de descida, resolvi interromper e tentar debitar o percurso…o senhor mais uma vez aproximou o aparelho (e eu mais uma vez fingi que era um microfone) e repeti:
 
- Então o senhor diz que é para virar à direita e depois esquerda e desço e….
 
Fui interrompida por uma mão no ar (a do meu interlocutor) e  um ar-de-porque-raio-começaram-a-dar-cartas-de-condução-a-mulheres-que-nem-de-carroça-lá-iam e disse-me:
 
-Olhe a menina venha atrás de mim, até ao cruzamento lá à frente que depois è fácil…é melhor o caminho!
 
Repensei se não valeria a pena tentar encontrar um novo interlocutor, mas não poderia estar longe e já tinha perdido algum tempo.
 
E assim dei por mim a seguir de carro um senhor de idade, que andava muito devagarinho e a ouvir a rainha-mãe resmungar sempre que ultrapassava ligeiramente o senhor, «Vai devagar que o senhor ficou para trás».
 
Após 10 minutos ou mais, lá chegamos ao cruzamento (que ficava a 300 m de onde estava) e foi quando o senhor me disse.
 
-Este caminho é mais fácil que o outro que lhe tentei indicar. É sempre a descer e aí a 100 m tem o posto medico do lado esquerdo!
 
Devo ter ficado estupidamente por segundos a olhar para o senhor e a pensar então mas porque raio é que não me indicou logo este caminho??!!
 
Mas fiz o meu melhor sorriso, agradeci e lá dei com o bendito «Posto Médico».
 
Enquanto esperava que a médica atendesse a Rainha-Mãe, pensei que da próxima vez tentaria durante mais uns 5 minutos encontrar a localização antes de lançar o S.O.S. .

 

 Uma boa semana para todos da vossa@  PrincesaVirtual

publicado por PrincesaVirtual às 00:39

09
Abr 09

 

 

Eventualmente não deveria escrever sobre isto. Ninguém fala destas coisas com excepção da Aragana do blog ali ao lado que no outro dia mencionou este assunto num dos seus posts.
 
Todos os que trabalham num escritório conhecem as «casa-de-banhos» partilhadas. Partilhadas porque basicamente são sanitas separadas por divisórias de placard ou seja é quase a mesma coisa que estar sentada na sanita ao lado de outra pessoa, apenas não a vemos.
 
Não faço a menor ideia quem inventou este tipo de casa-de-banhos, mas estou convicta que foi alguém que era profundamente surdo(a) e palerma.
 
Confesso que me incomoda sobremaneira os barulhos que se ouvem do lado, o xixi a cair na loiça da sanita, o resfalfar do papel higénico, etc etc nem me vou alongar mais…
 
Já me aconteceu muitas vezes puxar o autoclismo para não ouvir os barulhos, ou então nem fazer nada, levantar-me e voltar mais tarde, na esperança que o WC esteja vazio.
 
E muitas vezes pelo silêncio que oiço nos WC´s do lado (que muitas vezes não passam de compassos de espera para que as outras pessoas saiam) calculo que o constrangimento possa ser geral.
 
Assim na passada quarta-feira entrei no WC e fiquei contente, ninguém!…Sentei-me na sanita. Sendo de referir que aquelas sanitas tem aqueles plásticos muito higiénicos que rodam e que nos permitem sentar sem medos de apanharmos alguma maleita e mais umas quantas mariquices desinfectantes …
 
Estava eu a meio da minha necessidade fisiológica, mais concretamente um xixizinho, quando oiço uns tacões de saltos altos apressados e alguém se sentou na sanita ao meu lado.
 
Entre ouvir o zip das calças, o elástico das cuecas, o plástico da sanita a correr…apercebi-me que ao lado havia stress e tudo era feito muito rapidamente.
 
Mantive-me em silêncio e pensei hmmm a moça do lado vai sair primeiro, isto enquanto deitava a mão ao papel higiénico…
 
Digo-vos fui completamente apanhada desprevenida, sem ser perdida nem achada vi-me no meio de uma 4ª Guerra Mundial! O bombardeamento deixou-me siderada, as armas pareceram-me letais e fatais…
 
E eu que até já estava quase despachadinha para sair, fiquei em pânico ao pensar que ia abrir a porta e dar de caras com a pessoa responsável pela 4ª Guerra Mundial.
 
Lembro-me de pensar ai meu deus que constrangimento e agora???!!! Porque raio não fiz eu barulho, quando ela entrou??? Porque não bati com os pés e tossi alto??? Sim que isso evitaria o holocausto e o bombardeamento…
 
Mas nada estava perdido, assim resolvi avisar a rapariga do lado que EU estava ali! Evitando desta forma que ela saísse ao mesmo tempo e déssemos de cara uma com a outra. Basicamente tentaria fazer uma transferência do meu constrangimento para ela, o que me parecia mais que justo, uma vez que eu era a vitima!
 
E assim fiz…bati com força com os pés no chão, subi com tanta força o zip das calças que quase o ia arrancando e amachuquei papel higiénico ruidosamente e desnecessariamente (as arvozinhas que me perdoem este desperdício) …
 
Ia a meter a mão no fecho da porta, quando o segundo bombardeamento aconteceu e pensei …RAIOS… a isto chama-se PARTILHAR!!!!!!
 
Suspirei e baixei a tampa da sanita, sentei-me resignadamente e aguardei que a pessoa do lado saísse, estava tão constrangida, que pensei que preferia que a GUERRA não tivesse cara.
 
Abandonei o meu refúgio, quando ouvi a porta de acesso a bater...
 
Claramente o à vontade de algumas pessoas continua-me a surpreender.
 
Uma boa Páscoa a todos da vossa @PrincesaVirtual

 

publicado por PrincesaVirtual às 19:09
sinto-me:

22
Mar 09

 

Sou mulher (agora quem me lê deve estar a pensar: olha que novidade!) e como tal é suposto eu entender as mulheres.
Posso não concordar com todos os comportamentos femininos … mas regra geral entendo-os.
 
As mulheres são naturalmente sensuais, depois há as que sabem tirar muito bem partido disso, as que não sabem (e tem potencial) e aquelas que julgam que sabem mas que borram a pintura toda!
 
Dando um exemplo elucidativo, quando tinha 20 anos (mais anito, menos anito…) já tinha conhecimento do «dom natural» inerente ao ser mulher, sendo que não precisava de me esforçar muito para o revelar ou sequer trabalhá-lo.
 
As minhas pernas longas, o meu rabo de vinte anos e uns calções pretos que tinha,(que  não eram escandalosamente ousados, revelando apenas o necessário), faziam de mim uma mulher sensual!
 
Ahhh usava-os na praia por cima do fato de banho (passava as ferias grandes na praia), sendo que o meu pai os detestava. Assim quando o pai da Princesa estava presente anulava-se a sensualidade e puxava-se os calções para baixo, ficando eu numa situação periclitante de os perder, não fosse os cordões que os prendiam fortemente às minhas ancas. Quando o pai da Princesa estava off, os calções voltavam ao lugar deles, mostrando metade das bochechas do meu rabo de Princesa.
 
Não me ficava mal…tinha 20 anos e um rabo «admirável» para revelações!
 
Não me considero uma «old-fashion», acho piada aos miúdos de 13 e 14 anos com as calças a meio do rabo e as cuecas (de marca) à mostra, gosto de piercings no umbigo das meninas com barriguinhas delineadas (mas fico-me por aqui, apenas porque tudo o resto que leve ferros para além de achar que deve ser doloroso, acho esteticamente horrível), gosto de tattos pequenas em sítios para descobrir… etc etc...
 
E tudo isto para vos contar que na passada semana tal como muitos Portugueses, rendi-me ao consumismo do dia do pai e dirigi-me a um centro comercial para comprar uma prenda.
 
Assim entrei numa loja conhecida e deparei-me com uma empregada nova que me dirigiu um simpático sorriso.
 
Uma mulher de trinta (e alguns) próximo dos quarenta, loura (decididamente falsa), uma cara bonita, o chamada «magra-ó-rechonchuda» com umas ondulações laterais (notava-se isso porque usava calças de cintura descaída e uma blusa relativamente curta), sendo que era mais baixa que eu.
 
Até aqui tudo normal e confesso que me foquei nestes pormenores mais tarde…depois…
 
O depois… começou no exacto momento em que pedi o que queria, reclamei de ter estado no centro às 10 para as 10 da manhã e não me terem atendido porque faltavam os tais 10 minutos (resmunguei entre dentes que era o que dava serem empregadas e não donas), sendo que entretanto tinham acabado por vender o pólo que eu queria… blá blá…
 
A vendedora ouviu as minhas reclamações sendo que me disse (por forma a me acalmar) que tinha o que eu queria em outras cores e voltou-se para o móvel de costas para mim, inclinando-se ligeiramente para procurar nas prateleiras os pólos.
 
E foi quando tive a revelação de um «rabo de uma mulher» virado para mim!  Eu passo a explicar,  para que não entendam que a revelação é um qualquer rabo de mulher…não… de todo! Era especificamente o rabo daquela mulher, as calças como disse eram de cintura descaída, sendo que na parte de trás as calças estavam a meio do rabo (meio mesmo!!! …sem exageros!), mostrando metade de umas cuecas pretas que estavam subidas até à cintura e uma espécie de fio preto que rodeava as ancas. Fiquei a olhar para aquele rabo e a pensar se dava uma valente gargalhada, ou se lhe dizia «-olhe desculpe a senhora tem metade das cuecas à mostra e metade das bochechas do seu rabo entaladas entre umas cuecas, um fio preto e umas calças de ganga!».
Mas não fiz nada disso e agradeci aos deuses estar sozinha na loja, o que me permitiu um certo controlo sobre a gargalhada que borbulhava…e teimava em querer sair! Estava eu a agradecer isto quando entrou um homem na loja!
 
Pensei ai meu Deus estou lixada! Vou-me partir a rir…
 
O senhor de aproximadamente sessenta e poucos anos queria saber o preço de uma blusa que estava na montra. A vendedora saiu de trás do balcão, dirigiu-se à montra pediu com licença ao senhor, espetou-lhe o rabo quase na cara e baixou-se o suficiente para que a visão (do rabo) fosse novamente escandalosamente reveladora para o dito senhor!
 
As calças desceram até aquele ponto em que as cuecas começam a diminuir de largura e em que com alguma imaginação já se denuncia mais qualquer coisa para além do rabo!
 
Julgo que o senhor deu por aquilo (mas corajosamente não o demonstrou)…apenas mudou de cor e balbuciou um obrigado, saindo da loja apressadamente…
 
Eu a muito custo consegui-me manter serena, ouvi os comentários da vendedora sobre o pólo, que tinha levado um para o marido, para os filhos darem ao pai, blá blá…
 
Isto para dizer o que?? Para acabar como comecei, eu sou mulher até entendo as mulheres, mesmo não concordando com muitos comportamentos…
 
Mas confesso que este me passou ao lado…
 
Alguém me pode explicar que raio era aquilo??? Será que era alguma espécie de apanhados e vou aparecer na TV???!!!
 
Porque sensualidade não me parece, potencial (hmmm pareceu-me fraco)…como tal só poderia ser mais um caso de «mulher-borra-a-pintura»…
 
@  uma exelente semana da vossa (salvo seja) PrincesaVirtual
 
PS Para os meninos que me lêem esqueçam que não divulgo as coordenadas da dita loja…
 
 
publicado por PrincesaVirtual às 17:14
sinto-me:

11
Mar 09

 

 

Vou falar de gatos.
 
Isto porque é importante para entenderem todo o contexto da minha «relação» com estes felinos.
 
Na verdade eu gosto de todos os animais, inclusive os gatos. Mas o facto de gostar da maioria dos animais, não implica necessariamente que mexa neles ou não os tema.
Com excepção dos cães (e mesmo assim só aqueles que me parecem verdadeiros bonacheirões e incapazes de fazerem um mísero grrrrr ou levantar um pêlo do lombo!), com esses se me sentir segura e confiante até me atrevo a fazer uma festinha, tudo o resto encontra-se excluído de um toque meu.
Como tal sou assumidamente uma citadina, que estranha os animais no geral (tem dias que até estranho o animal homem!!!).
Esta minha «relação» com os gatos vem de longe…vem do tempo em que tinha explicações de matemática, não deveria ter muito mais que 15 ou 16 anos.
A minha explicadora, uma universitária muito simpática recebia-me na sua casa. Assim que abria a porta de casa, tínhamos que percorrer um longo corredor na semi-obscuridade, até chegar à sala, local onde então eram dadas as explicações.
 
Como eu temia esse corredor!
 
A minha história começa aqui, no meu primeiro dia de explicação. Cumprimentámo-nos cordialmente e ela pediu-me para a seguir pelo corredor. Tal como disse o corredor era comprido atravessava toda a casa e na semi-obscuridade, sendo que eu estava um pouco encandeada com a luz da rua, como tal a minha visão encontrava-se consideravelmente diminuída. 
 
À medida que ia percorrendo o corredor ia registando o que via, vi uma cómoda que tinha vários bibelôs, um candeeiro antigo, fotos de família e tinha também um gato de porcelana lindíssimo, um siamês…quase que parecia real.
 
Passei assim a cómoda seguindo a minha explicadora, naquele infindável corredor (quer dizer na verdade não era assim tão comprido, tornou-se infindável depois deste primeiro dia) e foi quando ouvi FSSSSSSSSTTTTTT …e depois…
 
….TINHA UM GATO SIAMÊS CRAVADO NAS MINHAS COSTAS… (o tal gato da cómoda que parecia de porcelana)      
 
O que é que eu fiz??? Bem…pulei e gritei completamente em pânico.
 
Por fim a minha explicadora e a mãe lá me conseguiram agarrar (o que foi difícil) e retiraram-me o meu novo adereço das costas, aquele gato, que afinal era uma gata!!!!
 
Pediram desculpa, que a gata estava com o Cio, que estava lixada porque não a deixavam ir ter com os namorados etc etc…
 
Como tal sai da minha primeira explicação com alguns aranhões nas costas e com um pânico a gatos. Sendo que todas as vezes que ia para as explicações, tinha suores frios quando passava no corredor, apesar de me assegurarem sempre, que a gatinha estava fechada…porque pelos vistos a gata não gostou da boleia nas minhas costas e simplesmente detestava-me!
 
Claro que este pânico foi-se desvanecendo com o tempo, mas ainda hoje não faço festas a gatos, não mexo em gatos e nem sei lidar com gatos. Ok sei que se fizer bichaninho…bichaninho…o gato é capaz de vir ter comigo, mas como não quero que o gato tenha sequer essa ideia, geralmente quando acho que algum se quer enroscar nas minhas pernas, bato os pés e faço xô…xô…
 
Na passada semana estacionei o meu carrinho junto a uma zona de moradias. Estava a estacionar e vi uma gata, é uma gata semi-abandonada, mas que é acarinhada pelas pessoas da zona.
 
Nada de estranho, uma gata boazinha, nunca se tentou enroscar nas minhas pernas ou sequer se aproximou muito de mim. Assim acabei de estacionar, não perdendo a gatinha da minha visão, porque tenho pânico a atropelar os animais.
 
Quando acabei, sai do carro e debrucei-me para o lugar do pendura para retirar a minha mala…Pois é a gatinha, deve ter achado piada à coisa e zás saltou para dentro do meu carro!
 
Comecei por tentar o «bichaninho», e a gata mexia a cabeça de um lado para o outro e não sai do meu banco, depois fiz aquele barulho espécie de «beijos» que fazemos com os cães para os chamar… e a gata ameaçou que saltava para o banco de trás!!!! Depois tentei falar com ela normalmente (como se fosse uma pessoa) com alguma autoridade na voz (aqui já estava a sentir o pânico a instalar-se e a pensar que tinha que passar pela vergonha de chamar alguém para me tirar a gata do assento!!!), mas pareceu-me que os olhos da gata demonstraram aborrecimento e não me apetecia ter novamente um adereço cravado em mim!!!
 
Só tinha mais um ultimo recurso (antes do pânico definitivamente se instalar), coloquei-me a uma razoável distância de segurança e  bati com (força) os pés enquanto gritava ao mesmo tempo Xôoooo…Xôooooo…GATINHA.  Para meu alivio a gata saltou para fora do meu carro, sendo que julguei ver pelo arrepiar dos seus bigodes algum enfado com a situação!!!
 
Enquanto isso tinha dois miúdos um de 7 anos e outra de 11 anos a rir à gargalhada com o meu pânico!
 
Ou seja se estiver por ai alguém como eu com esta espécie de «relação» com gatos, aconselho vivamente que não abra a porte do carro descontraidamente enquanto vai buscar a mala…se houver gatos nas redondezas.
 
Uma boa semana para todos da vossa (salvo seja) @PrincesaVirtual
 
 
publicado por PrincesaVirtual às 11:51
sinto-me:

10
Mar 09

 

Reborn and shivering
Spat out on new terrain

Unsure unconvincing
This faint and shaky hour

Day one day one start over again
Step one step one
I'm barely making sense for now
I'm faking it 'til I'm pseudo making it
From scratch begin again but this time I as i
And not as we

Gun shy and quivering
Timid without a hand

Feign brave with steel intent
little and hardly here

Day one day one start over again
Step one step one
with not much making sense just yet
I'm faking it til I'm pseudo making it
From scratch begin again but this time I as i
And not as we

Eyes wet toward
Wide open frayed
If God's taking bets
I pray He wants to lose

Day one day one start over again
Step one step one
I'm barely making sense just yet
I'm faking it til I'm pseudo making it
From scratch begin again but this time I as I
And not as we
publicado por PrincesaVirtual às 17:58
sinto-me:

03
Mar 09

 

 

Um sorriso na cara ou uma gargalhada, dos genuínos em que não há apenas expressão facial, mas também expressão corporal…Foi o que me aconteceu hoje antes das nove horas da manhã.
 
Hoje de manhã como em muitos outros dias, quando cheguei ao carro despejei apressadamente o meu computador, as minhas maças e o meu casaco para a bagageira.
 
Iniciei o meu percurso normal até ao trabalho, ouvindo a rádio comercial (ou RFM), cantarolando algumas musicas que iam passando e rezando para que o trânsito fluísse rapidamente.
 
Estava a chegar ao último túnel perto do Saldanha e «block»… Tudo paradinho! 
 
Ouvia os locutores na rádio comercial a comentarem sobre nomes estranhos e  lembrei-me de um ex-colega que trabalhava comigo cujo apelido era «Bagina». Recordo-me que quando ele casou com uma ex-colega, o que eu me divertia a pensar na M. como a Sra. M. Bagina. O mais engraçado era imaginar a M. numa repartição pública a soletrar o seu nome…
 
Estava eu com estes pensamentos e a sorrir paradinha no túnel, quando pela minha visão periférica vejo bastante movimentação do meu lado esquerdo.
 
Voltei a cabeça e vejo um carro atulhado, abarrotado de trolhas…que se movimentavam (acenando-me) alegremente para mim…
 
Pensei, ai a minha vida! Não me faltava mais nada…cambada de trolhas! (e a porcaria do trânsito que não avançava…)
 
Foi quando um abriu o vidro do carro e gritou qualquer coisa na minha direcção, apontando para a bagageira do meu carro. Nem me atrevi a baixar o vidro, tentei antes ler nos lábios e ouvir os gritos do homem.
 
Confesso que comecei a ficar preocupada, pensei meu Deus tenho um FURO ou então perdi alguma peça IMPORTANTE do carro.
 
Com algum esforço da minha parte, consegui completar a leitura de lábios (desconcentrava-me ver aqueles homens todos a olharem para mim e a rir) por fim percebi que tinha a ponta do meu casaco de fora da bagageira.
 
Fiz sinal ao trolha que tinha percebido…e rapidamente avaliei o «benefício/custo» de sair do carro e ajeitar o meu «rico» casaco.
 
Naaaaa…isso colocaria aqueles sorrisos idiotas na cara dos restante condutores masculinos, quase que lhes podia ler a legenda do sorriso a passar em rodapé «Pfffff…só podia ser uma mulher!».
 
Como tal, agradeci fazendo gestos e falando devagar para permitir que o trolha me conseguisse (também ele) ler os lábios, e isto porque o meu vidro pelo sim, pelo não mantinha-se fechado. Assim através desta nova comunicação de mimica, disse que parava mais à frente para ajeitar o casaco. Voltei-me atentamente (apressadamente) para a frente, enquanto por fim (para meu alivio) os carros se moveram e andámos mais uns metros, deixando os meus amigos «trolhas» lá atrás…
 
Uma nova paragem (dentro do túnel), ainda não tinha colocado o travão de mão, quando alguém me batia no vidro.
 
Pois é…lá estava o meu amigo trolha a bater-me no vidro, com um sorriso enorme e a carrinha cheia de trolhas ao meu lado com as portas abertas e todos eles a sorrirem (também) para mim…
 
Mais uma vez nem desci o vidro e demorei uns segundos a perceber o que ele queria…não foi preciso ler nos lábios, agora já o ouvia perfeitamente, ele gritava:
 
«-Destranque o carro!!!!» e gesticulava para a minha bagageira.
 
Obedientemente (sem pensar muito no assunto e  a sentir o constrangimento da situação) fiz o que ele me pedia.
 
Assim o meu amigo trolha, abriu-me a bagageira, retirou o casaco, dobrou o casaco, ajeitou o casaco na bagageira, fechou a bagageira, lançou-me um grande sorriso e voltou para o carro…
 
Soltei uma valente gargalhada enquanto pelo espelho retrovisor controlava os movimentos do meu amigo trolha (e confesso que  também confirmava se ele não levava o meu computador na mão!).
 
Desci (por fim) o vidro e lancei para aqueles trolhas simpáticos o meu melhor sorriso e um obrigado.
 
Apesar de ter sido um momento constrangedor e de todos os condutores dos carros em meu redor se estarem a divertir com a situação, não deixou de ser um momento único.
 
O mais engraçado é que em situações (caricatas) em que me senti em apuros, foi sempre um destes homens, que teve a amabilidade de me ajudar…curioso!

 

Uma Optima semana para todos :)

 

P.S.  A Princesa aconselha a que não destranquem o carro sobre constrangimento! A não ser que seja o «Clooney» a bater no vidro, ai sim ele que roube o que quiser :D

publicado por PrincesaVirtual às 11:43
sinto-me:

26
Fev 09

NOTA IMPORTANTE: qualquer semelhança do texto abaixo recebido por mail com a minha real pessoa é pura coincidência.  (mas não deixa de ser interessante)

 

 

  

Mulher - Onde vais?

Homem - Vou sair um pouco.

Mulher - Vais de carro?

Homem - Sim.

Mulher - Tem gasolina??

Homem - Sim.... coloquei..

Mulher - Vais demorar?

Homem - Não... coisa de uma hora.

Mulher - Vais a algum lugar específico?

Homem - Não... só andar por aí.

Mulher - Não preferes ir a pé?.

Homem - Não... vou de carro.

Mulher - Traz-me um gelado!.

Homem - Trago... que sabor?.

Mulher - Morango.

Homem - Ok... na volta pra casa eu passo na loja e compro.

Mulher - Na volta?

Homem - Sim... senão derrete.

Mulher - Passa lá agora, compra e deixa aqui..

Homem - Não... é melhor não! Na volta... é rápido!

Mulher - Ahhhhh!

Homem - Quando eu voltar eu como um contigo!

Mulher - Mas tu não gostas de morango!

Homem - Eu compro outro... de outro sabor.

Mulher - Assim fica mais caro... traz de ananás!

Homem - Eu também não gosto de ananás.

Mulher - Traz de chocolate... nós os dois gostamos.

Homem - Ok! Beijo... já venho....

Mulher - Ei!

Homem - O que é?

Mulher - Chocolate não... Flocos...

Homem - Não gosto de flocos!

Mulher - Então traz de morango pra mim e do que quiseres pra ti.

Homem - Foi o que eu sugeri desde o princípio!

Mulher - Estás a ser ironico?

Homem - Não, não tou! Vou indo.

Mulher - Vem cá dar-me um beijo de despedida!!

Homem - Querida! Eu já venho... depois.

Mulher - Depois não... quero agora!

Homem - Tá bom! (Beijo.)

Mulher - Vais no teu carro ou no meu?

Homem - No meu.

Mulher - Vai com o meu... tem leitor de cd... o teu não!

Homem - Não vou ouvir música... vou espairecer...

Mulher - Tás a precisar?

Homem - Não sei... vou ver quando sair!

Mulher - Não demores!

Homem - É rápido... (Abre a porta de casa.)

Mulher - Ei!

Homem - Que foi agora?

Mulher - Bolas!!! Que bruto! Vai, vai-te embora!.

Homem - Calma... estou a tentar sair e não consigo!

Mulher - Por que queres ir sozinho? Vais-te encontrar com alguém?

Homem - O que queres dizer com isso?

Mulher - Nada... não quero dizer nada!

Homem - Que é... achas que te estou a trair?

Mulher - Não... claro que não... mas sabes como é?

Homem - Como é o quê?

Mulher - Homens!

Homem - Generalizando ou falando de mim?

Mulher - Generalizando.

Homem - Então não é meu caso... sabes que eu não faria isso!

Mulher - Tá bem... então vai...

Homem - Vou.

Mulher - Ei!

Homem - Que foi, bolas?

Mulher - Leva o telémovel, estúpido!

Homem - Pra quê? Pra ma estares sempre a ligar?

Mulher - Não... caso aconteça algo, tens o telémovel.

Homem - Não... deixa estar...

Mulher - Olha... desculpa pela desconfiança, estou com saudades, só

isso!

Homem - Ok, meu amor... Desculpa-me se fui bruto. Amo-te muito!,

Mulher - Eu também! Posso cuscar no teu telémovel?

Homem - Pra quê?

Mulher - Sei lá! JOgar um joguinho!

Homem - Queres o meu telémovel pra jogar?

Mulher - É.

Homem - Tens a certeza?

Mulher - Sim.

Homem - Liga o computador... tá cheio de joguinhos!

Mulher - Não sei mexer naquela lata velha!

Homem - Lata velha? Comprei-o o mês passado!

Mulher - Tá..ok... então leva o telémovel senão eu vou cuscar...

Homem - Podes mexer à vontade... não tem lá nada, mesmo...

Mulher - É?

Homem - É.?

Mulher - Então onde está?

Homem - O quê?

Mulher - O que deveria estar no telémovel mas não está....

Homem - Como!?

Mulher - Nada! Esquece!

Homem - Tas nervosa?

Mulher - Não... não tou...

Homem - Então eu vou!

Mulher - Ei!

Homem - O que ééééééé?

Mulher - Já não quero o gelado!

Homem - Ah é?

Mulher - É!

Homem - Então eu também já não vou sair!

Mulher - Ah é?

Homem - É.

Mulher - Boa! Vais ficar aqui comigo?

Homem - Não ...tou cansado... vou dormir!

Mulher - Preferes dormir a ficar comigo?!

Homem - Não... vou dormir, só isso!

Mulher - Estás nervoso?

Homem - Claro!!!

 

Mulher - Porque é que não vais dar uma volta para espairecer?!?!...

 

 

publicado por PrincesaVirtual às 14:46
sinto-me:

17
Fev 09

 

 

Descobri um sítio fantástico…
 
Um local que faz bem ao «Ego»…
 
Esse local fica ali mesmo…na Rotunda do Marquês de Pombal.
 
Dependendo do estado do nosso «ego», podemos contornar a rotunda (pelo passeio está claro e respeitando sempre as passadeiras e os sinais!), várias vezes…
 
Ou passamos e aproveitamos para descer a avenida da liberdade e subimos e…descemos, até sentirmos que o nosso «ego» nos diz:
 
- Já chega…estou de barriguinha cheia!
 
Podemos aproveitar a hora de almoço e com estes dias ensolarados sabe bem . É que ficamos com o «ego» despachado e ainda ficamos com uma «corzinha» deste sol de Inverno, quase Primaveril
 
É que eu passei por lá ontem, para cima e para baixo… e a cada passo que dava ouvia:
 
- ÓOOOO CARA LINDA….ÓOOOO CARA LINDA…… (2 euros e leio-lhe a sina) ... OOOOOOOOO CARA LINDA…
 
Hmmmm se bem que estou desconfiada que cada «Cara Linda», deu lugar a uma carrada de imaginativas pragas lançadas pelas ciganas, sempre que eu colocava aquela cara de quem não estava ali e espetava o dedo no ar a abanar para um lado e para o outro, a negar a prestação do serviço….
 
@ da vossa (salvo seja) PrincesaVirtual
 
 
 
publicado por PrincesaVirtual às 14:12
sinto-me:

11
Fev 09

Alguém se lembra do filme «O Piano»??? E da banda sonora??? Há tanto tempo que não a ouvia...passei por aqui http://pluvium.blogspot.com/ no outro dia e estava a tocar... Esta musica é simplesmente sublime :) 

 

 

publicado por PrincesaVirtual às 08:46
sinto-me:

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